10.2.13

(Entrevista) Leonardo Vieira




Olá amigos!!!!
Mais um autor nos prestigia com uma parceria.
Vamos conhecer e dar boas vindas para Leonardo Vieira!

 SOBRE O AUTOR:
    Leo Vieira é amante da literatura e da arte e já escreveu contos, crônicas, peças de teatro, letras musicais, enredos e roteiros de histórias em quadrinhos. É ator, dublador, escritor, compositor,  teólogo e Doutor em Literatura.
É secretário e membro da Sociedade de Artes e Letras de São Gonçalo (SAL); membro da União Brasileira de Escritores (UBE); membro da Associação Nacional de Escritores (ANE); membro da Sociedade de Escritores de Blumenau (SEB);
membro do Sindicato de Escritores do Distrito Federal (SEDF); membro da Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEILIJ); membro da Academia de Letras da Região Oceânica de Niterói (ALRON); membro da Confederação Brasileira das Letras e Artes (CONBLA); membro acadêmico da Academia de Letras do Brasil/Suiça (ALB) e acadêmico patrono da cadeira 26 na Academia Gonçalense de Letras, Artes e Ciências (AGLAC). É membro e colaborador da Academia Poçoense de
Letras e Artes (APOLO) e da Academia Virtual Brasileira de Letras (AVBL).
Membro da Academia de Letras da Região Oceânica de Niterói (ALRON);
membro da Academia Niteroiense de Belas Artes, Letras e Ciências (ANBA);
membro da Confederação Brasileira das Letras e Artes (CONBLA);


acadêmico patrono na Federaçao Brasileira dos Acadêmicos das Ciências Letras e Artes (FEBACLA); patrono da cadeira 58 na Academia de Letras do Brasil/Suiça (ALB) e Delegado Cultural Acadêmico da FEBACLA em São Gonçalo- RJ .
O autor tem como compromisso, incentivar a literatura e a cultura nacional, fazendo intercâmbios com as associações em que participa e promovendo lançamentos, interações, oficinas de leitores e feiras literárias por todo o país. No momento, está coordenando dois projetos literários, o "I Circuito Cultural Literário", que será uma gigantesca feira de livros inicialmente em duas cidades do Rio de Janeiro e o "Antro Literário", que será uma tenda cultural, com palestras e distribuição de livros para os visitantes.

Para trazer um pouco mais do autor para vocês, fiz uma entrevista com o autor. Vamos conhecer mais de perto Leonardo Vieira?

Olá Leonardo, bem vindo ao Agridoce
Eu que agradeço. É um prazer falar com todos vocês.

Agridoce - Vemos pela sua biografia que livros fazem parte efetivamente de sua vida. Como foi seu primeiro contato com esse universo?
 Leo Vieira: Foi antes de eu aprender a ler e escrever. Minha finada avó Gilda era escritora, compositora e poetisa e eu a observava como ficava compenetrada enquanto encarava o pequeno universo que transfigurava para ela, através das páginas. Logo, despertei interesse em também dominar essa técnica de extrair a mágica da escrita e usufruir do poder do conhecimento e da imaginação.

Agridoce- O que o leitor pode esperar ao ler “Alecognição”?
 Leo Vieira: Uma Leitura de qualidade, bem estruturada e com boas referências nas Associações Literárias e na Blogosfera. Também sou leitor e revisor assíduo da obra e me sinto muito feliz com a experiência.

Agridoce- Vou fazer essa pergunta, embora pareça boba. De onde surgiu o nome Alecognição? Tem algum significado especial?
 Leo Vieira: Não; de forma alguma. O nome do livro é uma neologia e vem da junção de duas palavras. Cognição, porque o personagem principal, Galileo era ávido pelo conhecimento e, como na parapsicologia existem vários segmentos de "cognição" (precognição, que é conhecimento paranormal do presente; retrocognição, que é conhecimento paranormal do passado; simulocognição, que é conhecimento paranormal do futuro) eu tive que criar um segmento novo, que é"Alecognição", o conhecimento paranormal "ALE-górico" (Galileo cria um mundo para prender a atenção de seus oponentes.

Agridoce- Fale sobre o livro:



 Leo Vieira: Esse livro é muito especial para mim por vários motivos. Represento a cidade de São Gonçalo, através das associações culturais, onde também sou secretário, Comendador e Delegado Cultural e pela Academia Gonçalense de Letras, Artes e Ciências (AGLAC), onde sou patrono.
Quando comecei a escrever, decidi que o livro não seria apenas um projeto meu e sim de toda a cidade. Então, decidi concentrar toda a história nesse município.
Um escritor deve se atentar para não apelar para "estrangeirismos" e construir muito bem sua história em um cenário que ele realmente conhece.
Outro detalhe importante é que o livro não tem fins lucrativos. Toda a arrecadação de royalties é destinada para projetos culturais literários dentro e fora da cidade, além de promover as demais publicações.
Alecognição é 100% nacional e 100% gonçalense.

Agridoce- Em Abril, São Gonçalo terá uma feira literária. O que pode nos falar sobre esse evento?
 Leo Vieira: Meu compromisso é incentivar a literatura e a cultura nacional, incansavelmente. Hoje sou filiado e militante em 23 associações literárias, incluindo Academias de Letras. O "I Circuito Cultural Literário" (25 à 28 de abril) é o primeiro de muitos projetos literários sequenciais para a cidade e fora dela. O Circuito contará com exposição, stands, palestras, oficinas e muita interação de leitores e escritores.
Estou desenvolvendo  muitos outros eventos e festivais literários, para que os visitantes se sintam extremamente interessados em explorar o esplendoroso e faraônico mundo da literatura.

Agridoce-  Para você como é o processo de criação enquanto está escrevendo?
 Leo Vieira: Para criar, é preciso viver. Criatividade e imaginação são tão essenciais quanto respirar. Nós vivemos em um livro. Nossas emoções são tão reais quanto as de um livro que é escrito e lido. Tudo nessa vida gira em um livro. Escrevemos livros durante o ano (diário nas redes sociais, blogs e estudos). Deus registra e contabiliza nossas ações no Livro da Vida. Tudo é Livro. Poesia, título, música, quadro, conversa... tudo pode ser transformado em obra, respeitando que tudo deve ter um argumento criativo e ter início, meio e fim, com herói, vilão, conflito e moral.

Agridoce- Qual maior desafio que já enfrentou por sua obra?
 Leo Vieira: Todo o livro que escrevo, seja romance ou técnico, é um desafio. O escritor deve ser sempre um insaciável leitor e um incansável pesquisador. Em todos os meus livros, eu pesquiso mapas e cenários apropriados para inserir o enredo, os personagens e o rumo que eles tomarão, para não apresentar inconsistências e incoerência. E na hora de revisar, sempre faço um tira-teima constante, com direito a desenhos de mapas e até maquetes de cenários.

Agridoce- Qual, ou quais autores te inspiram?
 Leo Vieira: São vários. Para retratar um cenário e ilustrar o enredo com agilidade e emoção, os melhores professores são Stephen King, Dan Brown, Carlos Ruiz Zafón e  Khaled Rosseini. Para diálogos com genialidade, eu gosto de Steve Fuller ("O Intelectual", altamente recomendado). Para diálogos e narrativas com humor mais dissimulado, Rubem Fonseca, que tem um senso de humor crítico apuradíssimo. E para escrever mais rápido e com técnica, Sidney Sheldon e Ryoki Inoue (este último, publicou mais de 1100 livros!).
  
 Agridoce- Enquanto está escrevendo, fica voltando para revisar?
 Leo Vieira: Frequentemente. Primeiro elaboro o enredo e um título provisório.
Depois acrescento os principais personagens (herói/heroína, donzela/coadjuvante e vilão) e o conflito central. Depois vou estendendo o enredo em tópicos, com sub-enredos paralelos (no máximo três) e assim, entrelaçá-los na história. Quando tudo fica definido, eu batizo os personagens e escrevo de uma vez, me atentando em retratar os cenários e cenas com qualidade, sempre revisando os mapas e cenários. Na hora de revisar, procuro notar se o título provisório é apropriado para a história. A melhor forma de escrever é já sabendo o desfecho que dará.

Agridoce- Teve algum momento marcante durante o processo de criação do livro? Se sim, conte-nos sobre ele.
 Leo Vieira: Vários. Eu também sou ator e durante os ensaios e construção de personagens, acabava desenvolvendo de uma forma mais especial, estudando a psicologia deles. Não existe personagem fraco e sim, mal construído. Da mesma forma, não existe livro ruim e sim, uma história mal contada e elaborada.
Em quase todo livro que escrevo, sempre tem um momento marcante, porque sempre um personagem acaba se sobressaindo com sua personalidade e excentricidade. Em "Alecognição", o Nasalvo (um fantoche azul manipulado por um espírito) acabou me surpreendendo. Fui deixando o diálogo fluir e ele acabou se tornando um vilão muito atraente na história, assim como a Gilda, que ficou no dilema de qual ação tomar contra o seu oponente, que era o seu próprio neto.

Agridoce- Para quem lê, parece que todo processo de escrita, buscar uma editora, lançar um livro,e vendê-lo vem do dia pra noite. Mas sabemos que tudo o que vemos nas folhas do livro é fruto de um árduo trabalho. Na sua opinião, o que deve ser feito para que um autor atinja seu público, haja visto que o brasileiro não tem muito o hábito da leitura, e quando falamos que o livro é de um autor nacional o mesmo as vezes não é bem aceito?
 Leo Vieira: O brasileiro tem hábito de leitura sim. O Brasil é o nono maior mercado editorial do mundo. A Associação Internacional dos Editores registrou quase 470 milhões de livros vendidos no Brasil, totalizando o faturamento de mais de R$ 6  bilhões. Isso tem feito estrangeiros transitarem no mercado editorial brasileiro e tornado as Bienais do Livro cada vez mais suntuosas. Existem muitas meninas adolescentes estudantes  e também universitários que carregam um romance na mochila ou bolsa, lendo sempre nas filas e durante as viagens de ônibus. É claro que ainda não podemos exigir uma ideologia utópica de leitores assíduos em todo local do país. Muitos têm mais preferência por música, outros por filmes, mas isso não significa exatamente que o leitor é preguiçoso.
Sobre atingir público, preciso frisar algo importante: o escritor realmente se
dedica em suas obrigações literárias? Deixo bem claro que blogs e páginas de
Facebook não são garantias de divulgação. E o escritor jamais deve esperar sentado pelos resultados. Sou militante em 23 Associações e Sindicatos Literários e Academias de Letras em 7 estados e Comendador e Delegado Cultural em dois municípios. Notei que muitos escritores não se empenham o suficiente e quando não atingem vendas, cruzam os braços e resmungam que o Brasil não apóia a literatura nacional. Se é assim, o que podemos falar de Augusto Cury e Talita Rebouças, que começaram do baixo? Será que eles realmente ficaram somente nas redes sociais para divulgar seus livros?
Para o escritor nacional atingir o seu público, ele tem que levantar a bunda da cadeira e correr atrás de seus leitores. Escritor tem que ser militante cultural, tem que visitar escola, tem que participar de congressos literários, tem que participar de atividades culturais, tem que ser palestrante em instituições, tem que promover oficinas e feiras de livros  e tem que fazer heroísmo literário em sua cidade. Os leitores compram livros de autores conhecidos, mas por acaso o escritor está empenhado em se tornar conhecido em sua cidade?

Agridoce- Após Alecognição, tem mais algum livro sendo escrito? E o que podemos esperar dele?
 Leo Vieira: Estou com mais de 30 livros prontos para publicar. A experiência está sendo ótima e quero muito compartilhar com todos vocês. Também estou escrevendo livros técnicos e teológicos. Diariamente, reviso vários tópicos e vou construindo os capítulos. Os demais romances também estão em fase de acabamento. Um escritor deve ser prolífero e disciplinado para atender aos seus amigos leitores.
Assim como Alecognição e os meus projetos literários, as vendas também não terão fins lucrativos. Pretendo usar toda o resultado da venda para lançar novas obras e divulgar mais ainda a literatura nacional. Pretendo publicar mais de 100 livros por ano e estou escrevendo e me empenhando para isso.

Agridoce- Leonardo Vieira, muito bem vindo ao Agridoce.
Leo Vieira: Eu que agradeço pela oportunidade e quero avisar aos amigos leitores de todo o país que vocês podem contar comigo. Entrem em contato através de e-mail ou facebook que eu responderei e atenderei com o precisarem em relação a projetos e atividades escolares culturais e literárias. Vamos criar mais interação social e cultural, através da literatura.
Não se esqueçam que livros abrem a mente, aumentam a criatividade, o vocabulário, a cultura e o senso crítico e comunicativo, além de fazerem compreendermos melhor a vida, através da imaginação. Leiam, compartilhem a leitura e deem livros de presente. Grande abraço a todos!

 E aí, gostaram de conhecer mais de perto Leonardo Vieira? E para ficarem ainda mais por dentro não deixe de acessarem as redes sociais do livro e do autor:
Em breve termos a resenha do livro, mas caso queiram conhecer o livro antes disso, vocês pode adquirir o se exemplar no site da Editora Lexia, é só clicar aqui
 Confiram abaixo uma entrevista com o autor.




Aguardem por mais  novidades do autor. E se você mora no Rio, não deixe de prestigiar o Evento em São Gonçalo. 
Beijos!



7 comentários:

  1. Parabéns pela parceria amiga.... Seja muito bem vindo Leonardo Vieira e que vocês façam muito sucesso juntos!!!!

    Adorei a proposta do livro.. muito interessante!!!

    bjss

    Bianca

    Quer se sentir no Red Carpet???

    Participe da Promoção Red Carpet e entre no clima do Oscar !!!

    http://www.apaixonadasporlivros.com.br

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  2. Oi Eykler que máximo Alecognição é um dos meus livros favoritos de 2012 e o Leo é um autoe e pessoa que admiro muito.
    Parabéns pela parceria, tenho certeza que vc não vai se arrepender.
    Bjs e já ansiosa pela sua resenha do livro!
    http://mundoliterando.blogspot.com.br/

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  3. Parabéns pela parceria Eykler! Gostei bastante da sinopse do livro. Vi aqui em cima que a Marcia (que também é blogueira) disse que foi um dos livros que ela mais gostou em 2012. O livro promete... BJS!

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  4. Parabéns ao Grande escritor Leonardo Vieira. Realmente o Brasil precisa de pessoas que fazem a diferença e você é um deles. Grande abraço.

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  5. Parabéns pela parceria. O enredo do livro parece muito interessante. BOa sorte para os dois.

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  6. Parabéns pela parceria amiga, eu adorei a entrevista que fez..
    Muito bom saber um pouco mais sobre o autor e seu livro ^^

    beijos mila

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  7. Parabéns pela parceria. Pelo jeito o livro promete
    bjs

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